Em maio de 2007, o Papa Bento XVI
fazia sua primeira visita à América Latina. Os principais registros de
sua passagem, imagens inéditas e cenas memoráveis estarão, em breve, à
disposição dos brasileiros na forma de um documentário inédito que está
sendo finalizado pela Redação Brasileira da Rádio Vaticano.
Bento
XVI passou por São Paulo e Aparecida. Esteve ainda em Guaratinguetá, na
Fazenda Esperança, onde viveu momentos intensos que comoveram o país.
Em São Paulo, canonizou Frei Galvão e teve um encontro com os jovens no
Pacaembu. Esteve ainda no Mosteiro de São Bento, onde protagonizou cenas
inesquecíveis e abençoou a multidão. Em Aparecida, abriu a V
Conferência Geral do Episcopado da América Latina e do Caribe.
O
documentário traz desde o momento da saída de Bento XVI do Palácio
Apostólico até seu retorno ao Vaticano, com imagens inéditas e
exclusivas produzidas pelo Centro Televisivo Vaticano. Com uma linguagem
simples e direta, a história da passagem do Papa pelo Brasil é narrada
por quem viveu aqueles momentos mais intensos ao lado de Bento XVI.
Dom
Raymundo Damasceno Assis, Dom Odilo Pedro Scherer e Dom Cláudio Hummes
conduzem a narrativa, estruturada com base nos principais pontos de cada
evento com a presença do Papa. Frei Hans Stapel e “Nelsinho”, os
fundadores da Fazenda Esperança também narram os momentos de profunda
alegria que viveram durante a visita do Papa.
O trailer do
documentário já foi exibido durante a 50° Assembleia Geral da CNBB, que
aconteceu no mês passado, em Aparecida, e agora está disponível no
Youtube.
“A aclamação dos bispos presentes na Assembleia ao final
da exibição nos deixou emocionados. Resgatar e reunir os episódios da
passagem do Papa Bento XVI pelo nosso país foi um trabalho difícil.
Contudo, agora temos a certeza de que essa histórica viagem ficará
imortalizada neste documento”, diz Cesar Augusto dos Santos, responsável
pelo Programa Brasileiro da Rádio Vaticano.
A previsão é que o
documentário, cujo nome ainda está sendo escolhido, seja lançado no
próximo mês de julho, durante a ExpoCatólica 2012, em São Paulo. Para
assistir ao trailer do documentário
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Padre Rufus reza pelo Brasil dias antes de sua morte
No último sábado, 28, quatro dias antes de sua morte, padre Rufus Pereira
recebeu a visita da Irmã Kelly Patrícia, do Instituto Hesed. A
religiosa e outras irmãs do Instituto estiveram em Londres, na
Inglaterra, para participar de uma missão evangelizadora e aproveitaram a
oportunidade para encontrar o sacerdote que estava no país.
Em entrevista ao Canção Nova Notícias, Irmã Kelly fala sobre sua experiência com padre Rufus na ocasião. O encontro foi marcado pela celebração de uma Missa. "Nós chegamos um pouco atrasadas, porque nos perdemos, mas quando chegamos lá ele nos acolheu com muita alegria e muita felicidade e logo preparou tudo, fez um altarzinho muito singelo para iniciar a Santa Missa e celebrou para nós. Foi um momento de profunda experiência de Deus", recorda.
A religiosa conta que na Santa Missa "ele rezou muito pelo nosso Brasil" e, dias depois, ao saber de seu falecimento elas entenderam que talvez aquela oração tenha sido a última que ele rezou por essa intenção, ainda aqui na terra.
Irmã Kelly Patrícia disse também que durante a homilia, ele recordou um fato ocorrido nos inícios de sua vida sacerdotal. "Uma pessoa que ele conhecia estava perdendo a fé, não acreditava mais na Santíssima Eucaristia, e ele quis conversar com essa pessoa para tentar convencê-la do contrário. Ele saiu de lá muito triste porque não conseguiu convencê-la. Então depois que ele fez a experiência profunda com o Espírito Santo na Renovação Carismática Católica ele compreendeu que só o Espírito Santo pode fazer a obra", conta a religiosa.
Essa experiência ele transmitia a todos. Irmã Kelly lembra que ele costumava dizer "com o Espírito Santo as coisas acontecem".
Padre Rufus rezou também pelo Instituto Hesed, agradecendo por sua missão evangelizadora no Brasil e depois rezou por cada uma das religiosas que estavam ali. Irmã Kelly recorda ainda que, após a Missa, ele fez questão de oferecer chá a elas
“O que padre Rufus nos deixa é esse exemplo vivo da vivência do Evangelho… Ele deixa uma estrada de luz para todos nós de que é possível viver o evangelho”, ressalta.
Em entrevista ao Canção Nova Notícias, Irmã Kelly fala sobre sua experiência com padre Rufus na ocasião. O encontro foi marcado pela celebração de uma Missa. "Nós chegamos um pouco atrasadas, porque nos perdemos, mas quando chegamos lá ele nos acolheu com muita alegria e muita felicidade e logo preparou tudo, fez um altarzinho muito singelo para iniciar a Santa Missa e celebrou para nós. Foi um momento de profunda experiência de Deus", recorda.
A religiosa conta que na Santa Missa "ele rezou muito pelo nosso Brasil" e, dias depois, ao saber de seu falecimento elas entenderam que talvez aquela oração tenha sido a última que ele rezou por essa intenção, ainda aqui na terra.
Irmã Kelly Patrícia disse também que durante a homilia, ele recordou um fato ocorrido nos inícios de sua vida sacerdotal. "Uma pessoa que ele conhecia estava perdendo a fé, não acreditava mais na Santíssima Eucaristia, e ele quis conversar com essa pessoa para tentar convencê-la do contrário. Ele saiu de lá muito triste porque não conseguiu convencê-la. Então depois que ele fez a experiência profunda com o Espírito Santo na Renovação Carismática Católica ele compreendeu que só o Espírito Santo pode fazer a obra", conta a religiosa.
Essa experiência ele transmitia a todos. Irmã Kelly lembra que ele costumava dizer "com o Espírito Santo as coisas acontecem".
Padre Rufus rezou também pelo Instituto Hesed, agradecendo por sua missão evangelizadora no Brasil e depois rezou por cada uma das religiosas que estavam ali. Irmã Kelly recorda ainda que, após a Missa, ele fez questão de oferecer chá a elas
“O que padre Rufus nos deixa é esse exemplo vivo da vivência do Evangelho… Ele deixa uma estrada de luz para todos nós de que é possível viver o evangelho”, ressalta.
Mensagem do Dia: O que seria de nós sem os amigos
Feliz de quem tem um amigo para o qual pode se mostrar pelo avesso, mostrar o seu pior e o seu melhor!
Um amigo pode nos transformar. E por que? Porque, antes de tudo, ele nos ama como somos. Os amigos consegue nos corrigir e, muitas vezes, só ele é capaz de fazer isso. Ele, e só ele, tem linha direta com o nosso coração, porque nos ganhou por inteiro.
Jesus, eu confio em vós!
Luzia Santiago
Um amigo pode nos transformar. E por que? Porque, antes de tudo, ele nos ama como somos. Os amigos consegue nos corrigir e, muitas vezes, só ele é capaz de fazer isso. Ele, e só ele, tem linha direta com o nosso coração, porque nos ganhou por inteiro.
Jesus, eu confio em vós!
Luzia Santiago
Beatificação de João Paulo II completa 1 ano
Há exatamente um ano, o Papa João
Paulo II era beatificado por seu sucessor, Bento XVI, na Praça São
Pedro, no Vaticano. A cerimônia, considerada uma das maiores da história
da Igreja pelo número de pessoas, contou com a presença de cerca de um
milhão e meio de peregrinos.
"João Paulo II é Beato pela sua forte e generosa fé apostólica", afirmou o Papa Bento XVI na cerimônia de beatificação, em 1º de maio de 2011. "Com o seu testemunho de fé, de amor e de coragem apostólica, acompanhado por uma grande sensibilidade humana, este filho exemplar da Nação Polaca ajudou os cristãos de todo o mundo a não ter medo de se dizerem cristãos, de pertencerem à Igreja, de falarem do Evangelho. Numa palavra, ajudou-nos a não ter medo da verdade, porque a verdade é garantia de liberdade", ressaltou.
O pregador da Casa Pontíficia desde 1980, frei Raniero Cantalamessa recordou, em entrevista à Canção Nova, os anos em que pregou para João Paulo II. "Eu tive o privilégio de, por 25 anos, pregar para este Papa, às sexta-feiras, durante a Quaresma... A primeira coisa que me impressionava em João Paulo II era sua humildade. Ele, o Papa, o mestre de toda a Igreja, encontrava tempo para escutar a pregação de um simples sacerdote", disse.
O frade relembra que, em uma ocasião, João Paulo II estava cumprindo uma visita apostólica na América Latina e por isso não pôde participar de duas pregações. "Quando voltou, veio a mim para pedir desculpas por ter faltado (...) Quantas vezes pedimos desculpas ao pároco de ter faltado na homilia de Domingo?", refletiu.
Outra característica de João Paulo II, destacada por Frei Cantalamessa, era sua capacidade de interiorização diante do Sagrado. "[Mesmo] quando estava sob o olhar de todas as câmeras do mundo se podia ver que ele mantinha um diálogo com um interlocutor invisível".
"[Ele] era uma pessoa extraordinária... como tantos sou muito feliz por esta glorificação de João Paulo II", destaca o frade capuchinho.
Apesar de ter apenas um ano como beato, os testemunhos de graças alcançadas por intercessão de João Paulo II são vários. O postulador da causa de canonização de João Paulo II, padre Slawomir Oder, disse recentemente que tem recebido numerosas indicações de graças atribuídas ao papa polonês, algumas seguramente interessantes.
Em breve, esses testemunhos serão submetidos a um estudo aprofundado para verificar a autenticidade e verificar se de fato poderão ser considerados milagres .
Segundo padre Oder, o processo está dependendo da confirmação de um "novo milagre" para ser concluído, com isso, João Paulo II será declarado santo.
"João Paulo II é Beato pela sua forte e generosa fé apostólica", afirmou o Papa Bento XVI na cerimônia de beatificação, em 1º de maio de 2011. "Com o seu testemunho de fé, de amor e de coragem apostólica, acompanhado por uma grande sensibilidade humana, este filho exemplar da Nação Polaca ajudou os cristãos de todo o mundo a não ter medo de se dizerem cristãos, de pertencerem à Igreja, de falarem do Evangelho. Numa palavra, ajudou-nos a não ter medo da verdade, porque a verdade é garantia de liberdade", ressaltou.
O pregador da Casa Pontíficia desde 1980, frei Raniero Cantalamessa recordou, em entrevista à Canção Nova, os anos em que pregou para João Paulo II. "Eu tive o privilégio de, por 25 anos, pregar para este Papa, às sexta-feiras, durante a Quaresma... A primeira coisa que me impressionava em João Paulo II era sua humildade. Ele, o Papa, o mestre de toda a Igreja, encontrava tempo para escutar a pregação de um simples sacerdote", disse.
O frade relembra que, em uma ocasião, João Paulo II estava cumprindo uma visita apostólica na América Latina e por isso não pôde participar de duas pregações. "Quando voltou, veio a mim para pedir desculpas por ter faltado (...) Quantas vezes pedimos desculpas ao pároco de ter faltado na homilia de Domingo?", refletiu.
Outra característica de João Paulo II, destacada por Frei Cantalamessa, era sua capacidade de interiorização diante do Sagrado. "[Mesmo] quando estava sob o olhar de todas as câmeras do mundo se podia ver que ele mantinha um diálogo com um interlocutor invisível".
"[Ele] era uma pessoa extraordinária... como tantos sou muito feliz por esta glorificação de João Paulo II", destaca o frade capuchinho.
Apesar de ter apenas um ano como beato, os testemunhos de graças alcançadas por intercessão de João Paulo II são vários. O postulador da causa de canonização de João Paulo II, padre Slawomir Oder, disse recentemente que tem recebido numerosas indicações de graças atribuídas ao papa polonês, algumas seguramente interessantes.
Em breve, esses testemunhos serão submetidos a um estudo aprofundado para verificar a autenticidade e verificar se de fato poderão ser considerados milagres .
Segundo padre Oder, o processo está dependendo da confirmação de um "novo milagre" para ser concluído, com isso, João Paulo II será declarado santo.
Santo do Dia: São Floriano
Pertenceu a um grupo de militares que serviam ao império romano. O
imperador era Diocleciano que, influenciado por um genro, passou a ter
um grande preconceito e ódio ao Cristianismo, a ponto de estabelecer um
edito onde dizia que a Palavra de Deus escrita devia ser queimada e os
cristãos, quando identificados, precisavam oferecer sacrifícios aos
'deuses' em sinal de adoração.Muitos optavam por testemunhar Jesus até o último instante a renunciar sua fé no Cristo. Outros para salvar a própria pele, abandonavam a Igreja, Jesus e a comunidade.
A opção de Floriano foi pelo amor a Cristo.
A ordem do Imperador chegou até ele e em nome de 40 soldados cristãos, ele manifestou-se, denunciando toda aquela ignorância e injustiça. Aquilino, que devia defendê-los pois comandava o pelotão, ao contrário, entregou todos aqueles militares.
E aqueles soldados tiveram que optar pelo imperador ou por Cristo. Para servir a Cristo, é preciso testemunhá-lo. E a perseguição não demora a vir.
Floriano teve uma corda amarrada ao seu pescoço e foi lançado ao rio e morreu afogado. E todos os outros soldados também foram martirizados.
São Floriano, rogai por nós!
terça-feira, 1 de maio de 2012
Mensagem do Dia: O que hoje precisamos deixar para atrás?
Há momentos que precisamos parar no
intuito de fazermos uma revisão de nossa vida. Com humildade
reconhecermos o nosso crescimento, o progresso que fizemos, e também o
que precisamos melhorar. Com certeza esta atitude nos fará melhores para
nós mesmos, para os nossos irmãos e para a sociedade.
Nós não podemos nos acomodar e nem ficarmos estagnados no ponto em
que chegamos. Tenhamos a sabedoria de aproveitar todos os momentos da
nossa vida e transformá-los em oportunidades que contribuirão para o
nosso avanço, por isso rezemos insistentemente para que o Senhor nos
conduza: “Enviai vossa luz, vossa verdade: elas serão o meu guia; que me levem ao vosso Monte santo, até a vossa morada” (Sl 41).
Senhor, impulsiona-nos na força do Espírito, para que não paremos nas dificuldades.
Jesus, eu confio em Vós!Luzia Santiago
Santo do Dia: São José Operário
A Igreja, providencialmente, nesta data civil marcada, muitas
vezes, por conflitos e revoltas sociais, cristianizou esta festa, isso
na presença de mais de 200 mil pessoas na Praça de São Pedro, as quais
gritavam alegremente: "Viva Cristo trabalhador, vivam os trabalhadores, viva o Papa!" O Papa, em 1955, deu aos trabalhadores um protetor e modelo: São José, o operário de Nazaré.O santíssimo São José, protetor da Igreja Universal, assumiu este compromisso de não deixar que nenhum trabalhador de fé – do campo, indústria, autônomo ou não, mulher ou homem – esqueça-se de que ao seu lado estão Jesus e Maria. A Igreja, nesta festa do trabalho, autorizada pelo Papa Pio XII, deu um lindo parecer sobre todo esforço humano que gera, dá a luz e faz crescer obras produzidas pelo homem: "Queremos reafirmar, em forma solene, a dignidade do trabalho a fim de que inspire na vida social as leis da equitativa repartição de direitos e deveres."
São José, que na Bíblia é reconhecido como um homem justo, é quem revela com sua vida que o Deus que trabalha sem cessar na santificação de Suas obras, é o mais desejoso de trabalhos santificados: "Seja qual for o vosso trabalho, fazei-o de boa vontade, como para o Senhor, e não para os homens, cientes de que recebereis do Senhor a herança como recompensa... O Senhor é Cristo" (Col 3,23-24).
São José Operário, rogai por nós!
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