quinta-feira, 4 de abril de 2013

Você almeja dias felizes?

Nada nos falta quando temos fé em Nosso Senhor Jesus Cristo. Passamos por dificuldades, tribulações e tantas outras situações próprias da vida humana, mas, no Senhor, temos tudo, porque Ele é a fonte de todo bem e de toda graça.
Se queremos viver dias felizes, sejamos tementes a Deus e procedamos retamente, porque, dessa forma, atrairemos a bênção divina sobre nós. “A todo homem que procede retamente, eu mostrarei a salvação que vem de Deus” (Sl 49). “Oh! Que me abençoes e me alargues as fronteiras, que seja comigo a tua mão, e me preserves do mal, de modo que não me sobrevenha aflições” (I Crôn 4,10).
Reze essa oração, ao longo de todo este dia, pedindo a proteção e a bênção do Senhor. Quando vierem o medo, a tristeza, a angústia, as inquietações e as irritações, reze e não se deixe abater, porque o Senhor ouve a voz da nossa súplica. Peçamos a Jesus a graça de um coração obediente e dócil à Palavra de Deus.
Jesus, eu confio em Vós!

Santo Isidoro


Santo Isidoro O santo de hoje é resultado de uma família de santos, gente que buscou a vontade de Deus em tudo.

Nasceu na Espanha no ano de 560, perdeu os pais muito cedo e ficou aos cuidados dos irmãos que, recebendo dos pais uma ótima formação cristã, puderam introduzir o pequeno Isidoro a este relacionamento com Deus.

Ele se deparou com muitos limites, por exemplo, nos estudos. E fugia desse compromisso.

No entanto, com a graça divina e o esforço humano, ele transcendeu e retomou os estudos, tornando-se um dos homens mais cultos, versados e reconhecido pela Igreja como doutor.

Santo Isidoro foi um homem humilde, de oração e penitência, que buscava a salvação das almas, a edificação das pessoas.

Com o falecimento de um irmão seu, foi eleito bispo em Sevilha, consumindo-se de amor a Cristo, no povo.

Santo Isidoro, rogai por nós!

terça-feira, 2 de abril de 2013

Dom Orani abençoa ônibus solidário do "Passaporte da Cidadania"

Um ônibus solidário vai ajudar a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) a deixar o legado social que deseja. O projeto "Passaporte da Cidadania" tem o objetivo de atender crianças e adolescentes que precisam de ajuda, principalmente em relação à dependência química. A iniciativa será lançada nesta terça-feira, 2, às 19h30, na Praça Serzedelo Correia, em frente à Paróquia Nossa Senhora de Copacabana. O arcebispo do Rio de Janeiro e presidente do Comitê Organizador Local da Jornada, Dom Orani João Tempesta, vai dar a bênção ao veículo.

Jovens que são considerados em “situação de risco” terão a oportunidade de ser resgatados através de educação, integração e amor. A meta do projeto é, ao longo de dois anos, atender 200 crianças e adolescentes pobres que vivem ou perambulam nas ruas, dando atenção especial para os casos relativos ao uso de drogas, principalmente o crack.

O ônibus itinerante começará o trabalho de resgate pelo bairro de Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. A expectativa de permanência no bairro é de 30 dias, mas ainda não há tempo determinado. A organização vai avaliar de acordo com a necessidade dos jovens de cada região.

A equipe multidisciplinar responsável pelo trabalho é composta por cinco profissionais. O ônibus é dividido em três espaços: para filmes, jogos e leitura/acesso à internet; este último com dez computadores. Do lado de fora, haverá uma tenda para debate sobre assuntos relacionados à vida dos jovens.

“A Jornada Mundial da Juventude quer deixar um legado social, na questão da dependência química, nós estamos elaborando uma ação em rede para desenvolver uma ação complementar e eficaz. O ônibus entra como ferramenta pedagógica que seria a porta de entrada, em perspectiva do tratamento desses menores”, explica a assistente social e uma das organizadoras do projeto, Regina Leão.

O desenho da adesivagem do ônibus é uma caricatura de Ziraldo, que cedeu sua obra. Os parceiros são Secretaria Municipal da Ciência e Tecnologia, Mútua dos Magistrados, Loterj, Rio Inclui, Wilson Sons e entidades da Igreja, como Instituição São Martinho e Instituto AMAR.

As entidades serão responsáveis por buscar os menores nas ruas e levar para o ônibus, pois já fazem esse trabalho nas instituições de caridade.


2 de abril: oito anos sem João Paulo II

Nesta terça-feira, 2, recordam-se os oitos anos de falecimento do Papa João Paulo II, que foi beatificado seis anos depois, em 1º de maio de 2011, pelo então Papa Bento XVI.

Foi Papa João Paulo II que nomeou bispo, em 1992, o Cardeal Jorge Mario Bergoglio, atual Papa, e o criou cardeal em 2001.
Quando João Paulo II foi beatificado, o então arcebispo de Buenos Aires celebrou a Santa Missa na Catedral da cidade para recordá-lo e dele destacou a frase “não tenham medo”.

João Paulo II não teve medo, “porque viveu a sua vida ao Senhor Ressuscitado”, foi o que disse Cardeal Bergoglio na ocasião. “A coragem, a firmeza que nos dá a Ressurreição de Cristo, a serenidade de sermos perdoados através da misericórdia remove em nós o medo.”

Em outra Missa celebrada em memória do Beato dois dias após sua morte, o então Cardeal Bergoglio destacou a testemunha coerente do Senhor que foi João Paulo II.  Na época, Cardeal Bergoglio concluiu dizendo que, em um período em que se necessita mais de testemunhas do que de mestres, João Paulo II viveu até o fim sendo justamente “uma testemunha fiel”.

Evangelho (João 20,11-18)

O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 11Maria estava do lado de fora do túmulo, chorando. Enquanto chorava, inclinou-se e olhou para dentro do túmulo. 12Viu, então, dois anjos vestidos de branco, sentados onde tinha sido posto o corpo de Jesus, um à cabeceira e outro aos pés.
13Os anjos perguntaram: “Mulher, por que choras?” Ela respondeu: ”Levaram o meu Senhor e não sei onde o colocaram”. 14Tendo dito isto, Maria voltou-se para trás e viu Jesus, de pé. Mas não sabia que era Jesus. 15Jesus perguntou-lhe: “Mulher, por que choras? A quem procuras?” Pensando que era o jardineiro, Maria disse: “Senhor, se foste tu que o levaste dize-me onde o colocaste, e eu o irei buscar”.
16Então Jesus disse: “Maria!” Ela voltou-se e exclamou, em hebraico: “Rabuni” (que quer dizer: Mestre). 17Jesus disse: “Não me segures. Ainda não subi para junto do Pai. Mas vai dizer aos meus irmãos: subo para junto do meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus”. 18Então Maria Madalena foi anunciar aos discípulos: “Eu vi o Senhor!”, e contou o que Jesus lhe tinha dito.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

O que surte mais efeito: perdoar ou ser perdoado?

Eu escutei, hoje, que o perdão dado e recebido transforma-nos verdadeiramente. O que nos possibilita conviver fraternalmente não é o fato de não errarmos – pois erramos sempre -, mas porque perdoamos e somos perdoados sempre, “até setenta vezes sete” (cf. Mt 18,22), como Jesus nos ensinou.
É normal perdoar e continuar lembrando a ofensa. “Não está em nosso poder não mais sentir e esquecer a ofensa, mas o coração que se entrega ao Espírito Santo transforma ferida em compaixão e purifica a memória, transformando a ofensa em intercessão” (Catecismo da Igreja Católica [CIC] n. 2843).
Olhemos para Jesus, modelo de oração e vida para que aprendamos com Ele a perdoar sempre, “porque o perdão é o ponto mais alto da oração cristã. Ele dá testemunho de que, em nosso mundo, o amor é mais forte do que o pecado” (idem, n. 2844).
Jesus, manso e humilde de coração, fazei o nosso coração semelhante ao vosso.
Jesus, eu confio em Vós!

São Francisco de Paula


São Francisco de Paula Nasceu na cidade de Paula, na Calábria, em 1416. Recebeu este nome devido a devoção de seus pais a São Francisco de Assis. Em sinal de gratidão a uma cura recebida por intercessão do santo, viveu um tempo num convento franciscano.

Amor a Deus e ao próximo marcaram sua história, e seu lema pessoal era a caridade.

Depois de sair do convento, foi em peregrinação com seus pais para Roma, e ali descobriu seu chamado à vida eremítica. Ficou na Itália, em uma região distante, dedicando-se à vida de oração e penitência. Um homem da caridade, em comunhão com as dores da humanidade e da Igreja.

Muitos descobriram sua santidade e iam até ele pedir conselhos. Alguns desses descobriam sua vocação e permaneciam. Com isso, Francisco de Paula fundou uma ordem eremítica (Ordem dos Mínimos), que tinha como lema a caridade.

São Francisco de Paula, rogai por nós!